sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Não Voltarei...




Ouço, sinto tua respiração intensa sobre minha pele gélida...
Não posso me mover amor... Perdoe-me.

          [As borboletas azuis voam delicadamente
              Sobre as flores roxas e melancólicas de um dia frio...]

Querido, o tempo que passamos junto fora suficiente
Para saber que eu te amo. Permaneça. Não vá.
Por mais que eu o queria não posso tê-lo
                     [Estou aqui, mas não estou...]

Em minha fantasia imagino teus lábios nos meus...
Tuas lágrimas calham sobre minha face frígida.
Por que continuas aqui?
Não compreendes que não voltarei amor?

Nenhum comentário:

Postar um comentário