Vocês são tão interessantes Com suas formas e pensamentos
Seus erros e acertos
Suas vitórias e derrotas
Porque sois tão ignorantes?
Porque se matam aos poucos com seus vícios e prazeres?
Vocês sabem para onde vão depois da morte?
Deus, vocês sabem o que é Deus?
Porque vocês pensam tanto?
Sonhos, decisões, desejos, tradições, culturas...
Porque vocês brigam tanto?
Nossa como o ser humano é cheio de detalhes
Por falar em detalhes, porque seus corpos são tão cheios
De detalhes minúsculos e maiúsculos
DNA?Célula? Vírus? O que é isso?
Humanos são fascinantes, mas as vezes são tão burros
Não todos, vocês são muito interessantes
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Uma noite...
A noite tem me feito tão bem O frio e pálido luar
As caminhadas desertas pelas ruas
Experiências, vividas e amadas
Nunca irei me esquecer dos bons momentos
Vi criaturas jamais vistas por mim mesmo
Não sabia o que acontecia por lá
Aquele mercado nunca foi tão movimentado ao dia como está sendo agora
Os jovens noturnos caminham pelas ruas,
Eles conversam tão alegres, como se não houvesse amanhã
E aqueles sobrenaturais, que passam pelas encruzilhadas
Com ódio de alguém ou fazendo trabalhos para alguém
A morte é chamada por eles para ajuda-los
Fora isso tudo é mais calmo e tranquilo,
Mas muito interessante
É assim que a noite é narrada em Falls City
As caminhadas desertas pelas ruas
Experiências, vividas e amadas
Nunca irei me esquecer dos bons momentos
Vi criaturas jamais vistas por mim mesmo
Não sabia o que acontecia por lá
Aquele mercado nunca foi tão movimentado ao dia como está sendo agora
Os jovens noturnos caminham pelas ruas,
Eles conversam tão alegres, como se não houvesse amanhã
E aqueles sobrenaturais, que passam pelas encruzilhadas
Com ódio de alguém ou fazendo trabalhos para alguém
A morte é chamada por eles para ajuda-los
Fora isso tudo é mais calmo e tranquilo,
Mas muito interessante
É assim que a noite é narrada em Falls City
Poemas
Folhas e mais folhas
Noites perdidas e papeis riscados
Besteiras... Tantas que escrevi
Besteiras tristes e alegres
Digamos que foram poemas
Ou mensagens românticas
Ah! Quando eu estava apaixonado
Lembro-me que ficava mais inspirado para escrever besteiras românticas
Ops! Poemas!
Sim, terríveis poemas, mas que me enchiam de orgulho
e emocionavam as pessoas
Sim terríveis, mas eram lindos poemas.
Noites perdidas e papeis riscados
Besteiras... Tantas que escrevi
Besteiras tristes e alegres
Digamos que foram poemas
Ou mensagens românticas
Ah! Quando eu estava apaixonado
Lembro-me que ficava mais inspirado para escrever besteiras românticas
Ops! Poemas!
Sim, terríveis poemas, mas que me enchiam de orgulho
e emocionavam as pessoas
Sim terríveis, mas eram lindos poemas.
Abra seu coração não tenhas medo de mim
É tão bom ter alguém para confiar
Então confie em mim
Conte-me os teus problemas
E eu te ajudarei a derrubá-los
Quer uma mão? Eu te dou duas
Vamos passear no carrossel da vida
E sorrir diante dos problemas
Porque estaremos juntos
Um dando forças ao outro
Depois de tudo o que te contei
Ainda tem medo de se abrir?
Então se arrisque sem medo
Pois os dias nunca são iguais
Assim como as oportunidades.
É tão bom ter alguém para confiar
Então confie em mim
Conte-me os teus problemas
E eu te ajudarei a derrubá-los
Quer uma mão? Eu te dou duas
Vamos passear no carrossel da vida
E sorrir diante dos problemas
Porque estaremos juntos
Um dando forças ao outro
Depois de tudo o que te contei
Ainda tem medo de se abrir?
Então se arrisque sem medo
Pois os dias nunca são iguais
Assim como as oportunidades.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Mistério
Gosto de ti, ó chuva, nos beirados,
Dizendo coisas que ninguém entende!
Da tua cantilena se desprende
Um sonho de magia e de pecados.
Dos teus pálidos dedos delicados
Uma alada canção palpita e ascende,
Frases que a nossa boca não aprende,
Murmúrios por caminhos desolados.
Pelo meu rosto branco, sempre frio,
Fazes passar o lúgubre arrepio
Das sensações estranhas, dolorosas…
Talvez um dia entenda o teu mistério…
Quando, inerte, na paz do cemitério,
O meu corpo matar a fome às rosas!
Florbela Espanca
Dizendo coisas que ninguém entende!
Da tua cantilena se desprende
Um sonho de magia e de pecados.
Dos teus pálidos dedos delicados
Uma alada canção palpita e ascende,
Frases que a nossa boca não aprende,
Murmúrios por caminhos desolados.
Pelo meu rosto branco, sempre frio,
Fazes passar o lúgubre arrepio
Das sensações estranhas, dolorosas…
Talvez um dia entenda o teu mistério…
Quando, inerte, na paz do cemitério,
O meu corpo matar a fome às rosas!
Florbela Espanca
Eu ...
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho,e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...
Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!
Florbela Espanca
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho,e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...
Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!
Florbela Espanca
Assinar:
Postagens (Atom)